quarta-feira, 26 de março de 2008

O mundo não é um conto de fadas


Nestes dias muito se fala sobre os confrontos no Tibete. Os que deviam dar uma opinião sobre a questão não dão, os que não deviam dar, dão.... Enfim, aqui vai uma para reflectir...
Não sou antiamericana nem comunista, mas acredito que o mundo não é seguramente um conto de fadas.


Chávez diz que violência no Tibete responde a interesses dos EUA

Os atuais distúrbios no Tibete e a recente independência do Kosovo respondem ao interesse dos Estados Unidos em enfraquecer China e Rússia, respectivamente, afirmou hoje o presidente venezuelano, Hugo Chávez.
O chefe de Estado da Venezuela falou sobre estes dois assuntos ao acusar os EUA de querer "dividir" a América Latina, gerando um conflito armado regional através da Colômbia, operação que, para ele, teria semelhanças com o ocorrido no Tibete e no Kosovo.
"Vejam o que aconteceu no Kosovo. O império bombardeou, agrediu e destroçou a Iugoslávia e agora voltou a dividi-la e lhe tirou o Kosovo, passando por cima do direito internacional", disse Chávez.
Ele acrescentou que os EUA "acabam de colocar ali como presidente um terrorista ao qual chamam de 'A Serpente' (Hashim Thaçi), dirigente do 'Exército de Libertação do Kosovo' (UCK)".
Tibete
Chávez passou depois para o caso do Tibete e disse que os episódios violentos registrados nos últimos dias foram organizados pelos Estados Unidos e têm como objetivo "enfraquecer" a China.
"Vejam as imagens da violência no Tibete. Contra quem é isso? Contra a China. É o império que quer enfraquecer a China, porque a China se levanta", afirmou Chávez.
O presidente depois uniu os dois casos e assinalou que, assim como o que acontece no Tibete contraria a China, "o ocorrido com o Kosovo aponta contra a Rússia".
A referência do governante a esses fatos aconteceu na cidade de Maracaibo, no extremo noroeste do país, durante a inauguração de instalações hospitalares.


www1.folha.uol.com.br

terça-feira, 25 de março de 2008

TIBETE Testemunho no Público

Na primeira pessoa
25.03.2008
Miguel Sacramento está a dar uma volta ao mundo com a namorada, Clara Piçarra. Foram ao Tibete para ver a "cultura única" e a "beleza natural" do Tecto do Mundo. Mas viram outras coisas. Viram polícias e militares por toda a parte. Por Francisca Gorjão Henriques
Chegámos a Lhasa no dia 3. Estavam menos turistas do que o costume em Lhasa, porque além de ser época baixa, houve problemas com os transportes devido à neve e a única forma de entrar em Lhasa era por avião. A vida decorria normalmente, não havia nada que pudesse indiciar o que se iria passar, nada mesmo. Nas conversas de café falava-se que no dia 10 de Março os tibetanos costumam juntar-se na praça principal para prestar homenagem às vítimas de um suposto massacre que os chineses fizeram em 1959. Eu e a Clara decidimos ir, no dia 10, visitar o mosteiro de Drepong, que fica a dez quilómetros de Lhasa. Passámos lá o dia todo com os monges, a tentar comunicar com os que falavam inglês. Assistimos ao dia-a-dia no mosteiro, ao debate em que trocam ideias sobre o budismo. Quando vínhamos embora, ao final da tarde, é que notámos que alguma coisa se estaria a passar.Depois de sair do mosteiro um dos monges que não falava inglês ia descendo connosco os quatro quilómetros até à estrada principal. Acompanhou-nos nos primeiros quilómetros, íamos tentando comunicar e ele pediu-nos uma caneta e um papel. Sempre que se aproximava alguém, ou que passávamos por chineses ou por uma zona com mais casas, ele afastava-se de nós e cobria a cara com uma túnica. Foi escrevendo, ficou satisfeito quando soube que éramos portugueses, não sei porquê. De repente, quando passou um carro ele assustou-se, riscou o papel que tinha escrito, fez um sinal com a mão de cortar o pescoço e disse "chinese, chinese". Enfiou-se na floresta e começou a correr. Antes de se ir embora disse meio em inglês, meio em tibetano: "Lhasa, Lhasa, go to Lhasa, take pictures, take pictures, monks, take pictures." ("Vão para Lhasa, tirem fotografias, monges, tirem fotografias"). Há uns dias mostrámos esse papel a uns tibetanos, aqui no Nepal, e eles traduziram: "Pela liberdade de expressão e melhoria dos direitos humanos das pessoas no Tibete, os monges hoje estão a preparar um protesto em Lhasa. Vocês..." - não escreveu mais nada.Quando chegámos ao final da rua que dá acesso à estrada principal, reparámos que estavam dezenas de polícias, militares, um aparato enorme, a estrada completamente bloqueada e cada vez a chegarem mais militares, polícia de choque, carros anti-motim. Os monges riam-se, estavam crentes de que poderiam ir a Lhasa participar nessa homenagem. Eram cerca de 50 monges, não mais. Pacíficos, completamente apanhados desprevenidos, sem gritar qualquer tipo de palavra de protesto, sem desacatos. Num segundo estávamos com eles, e no segundo a seguir fomos retirados pela polícia para outro lado da estrada, e os monges foram totalmente bloqueados pela polícia de choque e pelo Exército. Era uma força desproporcional para a quantidade de monges que ali estava. Em segundos estabeleceram um perímetro no qual deixou de haver qualquer testemunha para se saber o que se passou. As pessoas fecharam as lojas e fugiam com o que tinham no corpo e não olhavam para trás.Sentimo-nos florescentes, no meio daqueles monges todos éramos os únicos ocidentais. A partir daí tivemos sempre agentes da polícia e à paisana a controlarem-nos. Perguntámos continuamente o que se passava. Primeiro disseram que não sabiam, depois que era um fogo, depois afinal eram exercícios. Tentámos andar pelas ruas e ver o que se estava a passar, tirar fotografias, mas todas as ruas estavam bloqueadas. Vi passar mais de oito camiões cheios de militares, mais seis ambulâncias.Fechados a cadeadoNo dia 11 de Março tentámos ir a outro mosteiro no centro de Lhasa e a estrada estava bloqueada. E aí sim, já se sentia um ambiente de muita tensão, já se via os tibetanos a aglomerarem-se. As pessoas estavam a começar a lançar algumas palavras de ordem, mas era o máximo que conseguiam fazer. Nunca pensei que viesse a acontecer o que aconteceu em Lhasa, porque a presença militar era de tal maneira forte que não pensei que os chineses deixassem as coisas evoluir neste sentido.Em Lhasa, a polícia de choque dispersou todas as pessoas da praça e proibiu a entrada de tibetanos. Os polícias filmavam toda a gente, com câmaras na mão, agentes à paisana também. A qualquer sinal de que tentávamos levantar a câmara chegavam logo ao pé de nós e ameaçavam-nos tirar a máquina se tirássemos fotografias. Toda a praça foi evacuada. Havia polícias em todas as esquinas das ruas principais de Lhasa. Começámos a ver camiões militares a passar para todo o lado. Saímos antes de começarem os motins na rua. No dia 11 estava tudo calmo, e partimos dia 12 para Katmandu, como previsto.Quando estávamos a sair, eram só veículos militares a chegar. Dezenas. Fizemos essa viagem com quatro israelitas e um casal belga. No dia 11, este casal contou num blogue pessoal deles o que nós tínhamos visto no mosteiro e o que eles tinham visto na praça. E mandaram o texto para o site do Lonely Planet. No dia 12 de manhã tinham centenas de reacções de tibetanos a agradecer terem descrito o que tinha acontecido. A partir daí houve um conjunto de coincidências estranhas. De meia em meia hora havia cortes na estrada em que os militares nos pediam os passaportes, fomos a um café com Internet e pediram-nos a identificação, algo que nunca tinha acontecido. Percebemos que estávamos a ser controlados quando, numa das cidades em que parámos, a polícia informou o director do hotel que o nosso grupo, e especificamente o nosso, não poderia sair. O hotel esteve fechado a cadeado toda a noite e mesmo que quiséssemos sair não podíamos. Ficámos literalmente presos. Foi transmitido aos nossos condutores que só poderíamos parar única e exclusivamente nos locais pré-determinados que tinham sido combinados na agência. Não podíamos fazer qualquer tipo de alterações. Nunca sentimos qualquer tipo de ameaça física, mas sentimos um controlo de cada passo que dávamos, que é intimidatório.Os tibetanos quando se apercebiam que nós tínhamos consciência do que se estava a passar contavam-nos muitas coisas, e falavam do medo que têm em criticar o regime. Como viam que a polícia nos controlava, começaram a confiar em nós. Toda a gente tem muito medo. Se forem apanhados a passar alguma informação para um estrangeiro sofrem consequências gravíssimas. Perder o emprego é o mínimo que lhes pode acontecer. Além de casos de tortura, há centenas de tibetanos que desaparecem sem deixar rasto, assassinados. São testemunhos que nós ouvimos. As fotografias dos distúrbios que nos mostraram alguns tibetanos estão sempre descontextualizadas. Não sabemos se é um tibetano, se é um chinês. Não se pode nunca inferir nada. Tudo o que podemos fazer é especular. Mas o que é estranho, é como as autoridades chinesas deixaram que isso acontecesse com o aparato militar que já lá estava. Muito antes de a violência começar, todos os mosteiros de Lhasa estavam bloqueados por militares e ninguém podia lá entrar. Se quisessem tinham acabado com aquilo em cinco minutos. Assim, a imagem que passam é a de um grupo de tibetanos desordeiros a destruir a própria cidade e a maltratar pessoas. A imagem que passa é que foi um rastilho de pólvora acendido pelos tibetanos, e não foi.A partir de uma entrevista telefónica com Miguel Sacramento, professor de Educação Física, 31 anos, já no Nepal.

quinta-feira, 20 de março de 2008

Made in China: repressão




A China é um mito em crescimento chinês. Sinônimo de dinamismo e força, o gigante asiático tornou-se a fábrica do mundo com sua acelerada revolução industrial pós-moderna: a Inglaterra do século 18 de volta para o futuro do século 21.
Milhões e milhões deixam a zona rural chinesa e engrenam nas manufaturas globais. Trabalham sem parar em busca de salários magros que enchem os bolsos dos industriais chineses e estrangeiros.
Todos lucramos na operação China. Explorando sua farta mão-de-obra, vendendo nossas commodities ao seu imenso mercado, comprando importados baratos.
Justamente um país comunista tornou-se peça-chave do capitalismo global com sua bem organizada exploração do proletariado chinês, que segura a inflação no mundo. Suas reservas cambiais, já no trilhão de dólares, ainda financiam os EUA e resgatam seus bancos podres.
O mundo agradece a essa explosão de vigor, que nos impulsiona. Talvez seja isso que explique a tolerância com os abusos aos direitos humanos da ditadura comunista, que deveriam nos causar repulsa.
A revolta em curso no platô tibetano, pelas ruas de Lhasa e outros centros, e a dura repressão chinesa expõem, apesar da censura de ferro, a face escura do milagre chinês, um regime de partido único que não tolera dissensão.
O caso tibetano é comovente, caro a estrelas de Hollywood, intelectuais e humanistas em geral. O Dalai Lama esteve em São Paulo em 2006 e lotou o Ginásio do Ibirapuera com sua mensagem pacifista. Reencarnação do Buda da compaixão na tradição do budismo tibetano, ele já desistiu de obter a independência do jugo chinês e trabalha por mais autonomia aos tibetanos.
A China ocupa o Tibete desde 1950. O Dalai Lama fugiu ao exílio indiano em 1959 após sangrenta revolta ser reprimida pelos chineses.
Antes dos comunistas, a região era muito pobre, um regime de castas desigual e teocrata. Pequim investiu bilhões no Tibete, inaugurou no ano passado a "ferrovia mais alta do mundo", ligando o platô isolado às massas chinesas, e inundou as cidades tibetanas de chineses da etnia han, protegidos pelo regime e odiados pelos locais, que denunciam um genocídio cultural.
O Partido Comunista Chinês ainda advogou a si o direito de nomear os altos lamas, interferindo na sucessão do Dalai Lama, tentando dividir seus seguidores. Apesar de se dizer disposta ao diálogo, a China para alguns analistas na verdade ganha tempo até que o carismático Dalai Lama saia de cena e sua causa desidrate.
Talvez por isso a revolta desesperada dos tibetanos, que levou a China a reforçar ainda mais as duras restrições aos jornalistas estrangeiros e à internet: as transmissões da CNN e da BBC chegaram a ser interrompidas no país.
Os tibetanos querem aproveitar a proximidade das Olimpíadas para chamar a atenção global. Os Repórteres sem Fronteiras, a ONG que defende jornalistas, propôs um boicote à transmissão de abertura das Olimpíadas de Pequim, marcada para 8/8/8.
O cineasta Steven Spielberg já tinha abandonado sua ligação com os jogos em protesto contra o apoio chinês ao regime do Sudão, fornecedor de petróleo a Pequim e acusado de cumplicidade na matança de milhares de pessoas em Darfur. Sentindo o golpe, pouco depois um diplomata chinês apareceu em Cartum pedindo mais atenção do governo sudanês aos conflitos na região.
Assim como outras potências no passado, a China quer usar as Olimpíadas para projetar poder global. Por isso, está vulnerável. Não quer alimentar atritos, pode ceder a pressões. Este é o raciocínio da revolta tibetana. Mas o pavor de Pequim a agitações separatistas predomina.
Projeções de alguns economistas indicam que a China passará os EUA como maior economia do mundo nos anos 2020. Essa emergência trará abalos sísmicos à ordem mundial. Estrategistas americanos sugerem que a melhor forma de acomodação com o gigante chinês seja trazê-lo à moldura institucional criada pelo Ocidente desde o pós-guerra: FMI, ONU, Banco Mundial, OMC.
Roosevelt já pensava assim quando brigou com Churchill para que os chineses fossem membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU. Sabia do destino manifesto da China.
Para onde for a China irá ao menos o entorno asiático. Sua política precisa caminhar atrás de sua economia, para a abertura. É um caminho difícil.
Em 1997, entrevistei em São Paulo Samdhong Rinpoche, então presidente do Parlamento do governo do Tibete no exílio. "Não é correto dizer que a China está ficando mais forte", errou ele há dez anos. "Na verdade, a China está ficando mais fraca. O crescimento econômico chinês é artificial, baseado no uso de mão-de-obra quase escrava. O compromisso ideológico chinês está se perdendo. A economia de mercado e o regime político totalitário não podem conviver para sempre. Isso é uma grande contradição. O movimento pró-democracia está crescendo."
O movimento democrático não cresceu, mas a equação de Rinpoche pode trazer resultado via crescimento econômico. A massa urbana assalariada já exige mais direitos, a internet atinge 200 milhões de chineses, 700 milhões votam em eleições nos vilarejos rurais.
Todos ganharemos se a China seguir a trilha democrática. "Se a China se tornar uma democracia, o Tibete ganhará autonomia", disse Rinpoche em 1997.
Os tibetanos cansaram de esperar. Estão gritando ao mundo, desesperados, mas o barulho da locomotiva chinesa (e de seus tanques) os abafa.

quarta-feira, 19 de março de 2008

terça-feira, 18 de março de 2008

Sede de leite


China's leading milk firms are telling Chinese television viewers they should be drinking milk as part of their exciting healthy lifestyles. With over 300 million milk drinkers nation-wide the message seems to be getting through.
The Chinese Prime Minister Wen Jiabao is leading a nation-wide campaign to persuade his fellow citizens to increase their consumption of the precious, white liquid with its high protein and calcium content.
Last year, he made an inscription at a milking station in central China which read: "I have a dream -- all Chinese, above all children, should be able to drink half a litre of milk per day."
And when, earlier this week, the whole nation held its breath as sixty-nine miners were trapped after heavy rain submerged passage ways in their colliery, no news report failed to mention that they were being fed milk down a ventilation pipe.
Milk increases height
But the rumours have already begun that none of this is a coincidence. It seems that China might be jealous of Japan. Until well into the 1950s, the average Japanese was relatively small but the fact that the 21st century Japanese are considerably taller is being attributed to a massive growth in milk consumption.
Which is why the Chinese government is saying: "A glass of milk a day can make a nation strong." But one random supermarket customer didn't know the slogan although she was buying milk.
"We all have our daily amount and we've been drinking it for over ten years," she explained. "Before we would buy milk powder. You needed a special pass for fresh milk. But now there are so many different makes -- Yili, Mengniu, Sanyuan. But from my personal experience, I think milk is good. My whole family drinks milk every day."
12 million cows
An estimated 300 million Chinese have taken up the milk-drinking habit. 12 million Chinese cows produce about thirty million tonnes of the liquid a year -- twice as much as in 2000. But this is not enough apparently. Which is why milk powder is being bought from abroad.
Another reason why foreign milk powder is favoured by some consumers is that imported products have a better reputation than home-grown goods which have been subject to a variety of food scandals in recent months.
One seller of the product sang its praises: "This milk powder is best for babies. Its ingredients are 100 percent imported. You can rely on it. And it's much easier on the digestive system. It also helps develop the baby's sight and brain. Milk is naturally healthy and not only for babies but for adults too."
And now, with the booming economy, the benefits of milk are becoming more accessible to a growing sector of the population as more and more people can afford something that is just as white as milk and indispensable for keeping it fresh -- a refrigerator.

segunda-feira, 10 de março de 2008

4 episódios na rtp2 sobre a china




O DESPERTAR DA CHINA
Documentários
«CHINA RISES»
Documentário em 4 episódios filmado em alta definição sobre a nova China
Um fabuloso documentário em quatro partes que nos leva ao coração de um país que experimentou a mais notável transformação na história do planeta, e que revela como a mais antiga civilização da Terra se tornou numa importante superpotência. A China vai ser o país anfitrião dos próximos Jogos Olímpicos de 2008 e já está a afectar quase todos os países do globo.O documentário começa com constrangedoras e verídicas histórias de homens e mulheres que usufruiram desta monumental mudança da China e daqueles que foram deixados para trás. Alguns dos mais conceituados jornalistas e realizadores do mundo,da CBC Television, do New York Times e da Europa tiveram acesso ao povo da nova China.Uma série documental que levou dois anos a ser
rodada, uma co-produção de televisões da Alemanha, França e dos Estados Unidos.

Marketing verde






"Criada pela agência Guangdong, da China, para a organização GFEP (Greenfamily Youth Association of Environment Protection), esta ação de Marketing de Guerrilha pega pesado, pondo o “dedo na ferida”.
Veiculada na capital da China, tinha o objetivo de conscientizar a população sobre a falta de preocupação com o “destino dos seus excrementos” que acabam por poluir os rios e córregos da cidade."

in http://aletp.com/2007/09/page/5/

terça-feira, 4 de março de 2008

Rumo a Pequim em visao.pt

A Visão.pt tem novo blog sobre os Jogos Olímpicos

http://pequim2008-visao.blogspot.com/